quarta-feira, 15 de janeiro de 2014
Etnografia do “rolezinho”
publicado na Carta Capital
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Opinião
Etnografia do “rolezinho”
O ato de ir ao shopping é político: porque esses jovens estão se apropriando de coisas e espaços que a sociedade lhes nega dia a dia
por Rosana Pinheiro-Machado — publicado 15/01/2014 08:59, última modificação 15/01/2014 10:54
Rosana Pinheiro-Machado
Rolezinho
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Em 2009, eu e minha colega e amiga, Lucia Scalco, começamos a estudar o fenômeno dos bondes de marca. Como? A gente reunia a rapaziada, descíamos o morro e íamos juntos dar um rolezinho pelo shopping – o lugar preferido desses jovens da periferia de Porto Alegre. Eles nos mostravam as marcas e lojas preferidas. Contavam como faziam de tudo para adquirir esses bens (descrevemos todas as possibilidades em nossos papers). Havia um prazer e empoderamento nesse ato de descer até o shopping. Eles não queriam assustar, porque nem imaginavam que a discriminação fosse tão grande que eles pudessem assustar. Muito pelo contrário: eles faziam um ritual de se vestir, de usar as melhores marcas e estar digno a transitar pelo shopping.
Uma vez um menino disse que usava as melhores roupas e marcas para ir ao shopping para ser visto como gente. Ou seja, a roupa tentava resolver uma profunda tensão da visibilidade de sua existência. Mas, noutro canto, os donos da loja se assustavam e cuidavam para ver se eles não roubavam nada. Um funcionário disse à Lucia a mais honesta frase de todas (uma honestidade que corta a alma): “não adianta eles se vestirem com marca e virem pagar com dinheiro. Pobre só usa dinheiro vivo. Eles chegam aqui e a gente na hora vê que é pobre”. Eles, no entanto, acreditavam que eram os mais adorados e empoderados clientes das lojas.
Um funcionário da Nike uma vez declarou para a pesquisa: “nós nos envergonhamos desse fenômeno de apropriação da nossa marca por esses marginais”. Mas eles nos diziam: “as marcas deveriam nos pagar para fazer propaganda, porque nos as amamos. Sem marca, você é um lixo”. Quando mostrei o Funk dos Bens Materiais em aula, uma aluna de camadas altas comentou: “quando a gente vê a figura toda montada, marca estampada, já vê que é negão favelado”. Infelizmente não me surpreendeu o fato de toda a aula ter caído na risada. Esse mesmo tipo de pessoa é aquela que ainda diz que é um absurdo comprar televisão, “pobre deveria alimentar a prole” e ponto final. No programa Papai Noel dos Correios, que eu e Lúcia analisamos, uma menina desafiava o seu destino: “kirido papai noel: eu me comportei, eu passei de ano, eu cuido da minha vó, meu pai sumiu de casa. Eu só quero uma calça da Adidas!”. Mas vocês podem concluir que cartas como essas são relegadas por meio de uma moralidade escrota: todos os pedidos de meninas e meninos de roupas de marca eram vistos como um desaforo. Que absurdo! Afinal, pobre deve pedir material escolar e bicicleta!
Tenho ficado quieta nesse caso do “rolezinho” porque este talvez seja o assunto que mais seja caro à minha sensibilidade acadêmica e política. Esse tema é justamente o que me faz me afastar de uma certa antropologia vulgar com suas interpretações do tipo “que lindo essas pessoas se apropriam das marcas e dão novos significados e agência e bla blá blá prá boi dormir”. Mas também é este tema que me aproxima ao que a antropologia tem de melhor: ouvir as pessoas. Não há uma grande diferença do “rolezinho” organizado e ritualizado das idas aos shoppings mais ordinárias (ainda que a ida ao shopping pelas classes populares nunca tenha sido um ato ordinário), mas vejo uma continuidade que culmina num fenômeno político que nos revela o óbvio: a segregação de classes brasileiras que grita e sangra. O ato de ir ao shopping é um ato político: porque esses jovens estão se apropriando de coisas e espaços que a sociedade lhes nega dia a dia. Quando eu vejo aquele medo das camadas médias, lembro daquelas pessoas que se referiram “aos negões favelados”. E há certa ironia nisso. Há contestação política nesse evento, mas também há camadas muito mais profundas por trás disso.
Estou acompanhando os “rolezinhos” e sinto certo prazer em ver aquela apropriação. Mas entre apropriação e resistência há um abismo significativo. Adorar os símbolos de poder – no caso, as marcas – dificilmente remete à ideia de resistência que tanta gente procura encontrar nesse ato. O tema é complexo, não apenas porque desvela a segregação de classe brasileira, mas porque descortina a tensão da desigualdade entre países desenvolvidos e em desenvolvimento, entre o Norte e o Sul. E enquanto esses símbolos globais forem venerados entre os mais fracos, a liberdade nunca será plena e a pior das dependências será eterna: a ideológica. Por isso, para entender a relação que as periferias globais têm com as marcas e os shoppings, é preciso voltar para os estudos colonialistas e pós-colonialistas.
A apropriação de espaços símbolos hegemônicos, desde Mitchell até Newell, passando por Bhabha, Rouch e Ferguson, nos mostra uma permanente tensão na apropriação que tenta resolver a brutal violência que esta por trás desse ato. O meu lado otimista não nega o que esses jovens nos disseram: do prazer que sentem em se vestir bem e circular pelo shopping para SEREM VISTOS. Meu lado pessimista tende a concordar com Ferguson de que há menos subversão política e mais um apelo desesperador para pertencer à ordem global. É preciso entender o “rolezinho” dentro de uma perceptiva do Sul Global de séculos de violência praticada na tentativa de produzir corpos padronizados, desejáveis e disciplinados.
O pobre no shopping repete a mimeses de Bhabha. A classe média disciplinada vê os jovens vestindo as marcas do mercado hegemônico para a qual ela serve. A classe média vê os sujeitos vestindo as mesmas marcas que ela veste (ou ainda mais caras), mas não se reconhece nos jovens cujos corpos parecem precisar ser domados. A classe média não se reconhece no Outro e sente um distúrbio profundo e perturbador por isso. Não adianta não gostar de ver a periferia no shopping. Se há poesia da política do “rolezinho” é que ela é um ato fruto da violência estrutural (aquela que é fruto da negação dos direitos humanos e fundamentais): ela bate e volta. Toda essa violência cotidiana produzida em deboches e recusa do Outro e, claro também por meio de cacetes da polícia, voltará a assombrar quando menos se esperar.
* Rosana Pinheiro-Machado é cientista social e antropóloga. Professora de Antropologia do Desenvolvimento da Universidade de Oxford.
** Texto publicado originalmente em 30 de dezembro de 2012
quarta-feira, 26 de novembro de 2008
sexta-feira, 12 de setembro de 2008
Não estamos sós
- Ó peregrino, por que interrompeste a caminhada? Que estás a buscar?
- busco, irmão, encontrar Aquele que me poderá guiar por essas trilhas da Luz, trilhas que conduzem à entrega ao Supremo.
- e por que dás tantas voltas por lugares inóspitos?
- estou perdido entre muitas direções. Olho em torno e não vejo sinal algum, mas apenas discórdia, luta e morte. Andei lado a lado com a dúvida, dormi no leito do temos, cheguei a esquecer o que buscava. Sofri. Lembrei-me então novamente da busca, e voltei a caminhar. Todavia, não sei por onde vou.
- pois, digo-te, a sinceridade é o maior dos bens que agora trazes no alforje. Mas não busques alhures o que se encontra em teu interior. Aquieta-te, filho da Terra, aquieta-te e perscruta teu íntimo. Silencia teu querer, oferta-o ao Supremo. Silencia... e , aos poucos, começarás a ouvir a nascente que brota do teu coração. Persiste em tua oferta, e dessa fonte jorrará a Água da Vida para lavar o mundo terrenal, e a Luz da Sabedoria para conduzir teus irmãos. Permanece entregue, e conhecerás teu Mestre – mas somente quando não mais existir quem está a se entregar. Ama. Ama com ardor e pureza. O que tudo criou, pois é no amor ao Infinito que se romperão os véus que te separam da Eternidade.
Não alimentes o que deve morrer; não semeies o que não deve nascer.
- por quantas encruzilhadas passaste?
- por cinco vezes* tive de deter-me até descobrir aonde ir. Ao longo do percurso recebi muitos convites e dadivosas promessas para ingressar em vias secundárias. Entretanto, não os aceitei, pois conheci no passado o gosto amargo do desvio. Aprendi, irmão, que, para seguir o Caminho deveria ter humildade e fé, deveria entregar-me ao Supremo. Também aprendi, com o sofrimento e com a dor, que, sem sinceridade e perseverança não poderia empreender tão ousada jornada.
Caminho semelhante não há: estreito que é, por pouco que me distraia, posso extraviar-me; retilíneo, oculta no horizonte seu princípio e seu fim. A cada passo traz um novo aprendizado, uma tarefa e uma prova. Meus dias tenho vivido a trilhá-lo, e por eles dou graças ao Supremo.
* Nota de rodapé: as cinco grandes provas a serem superadas no estágio indicado são: a soberba, a lassidão, a mentira, o furto sutil (ou o uso incorreto da energia) e a covardia.
CAPÍT. 14
Que sinais te traz a Estrela da Manhã? Aprende peregrino, seu idioma, pois ela te revelará as chaves do Encontro Maior.
A vida celestial aguarda os convidados para esse encontro. Não te preocupes com teus trajes, pois uma sublime veste, tecida com fios de pura luz e devoção está preparada para ti. Tampouco retardes teus passos sob nenhum pretexto, pois deles dependem muitos de teus irmãos.
Escuta-me, tu que recomeças. Se usares uma pequena lanterna para iluminar um quarto escuro, por melhor que a focalizes jamais verás o que se encontra além do quarto. Semelhante a essa lanterna é a consciência humana sem o ensinamento provindo da Fonte de Vida.
Sem que o ser se abra à Vida, não há real serviço. Ele deve ser capaz de manter o corpo físico, o emocional e o mental em sintonia com esferas elevadas, e isso ocorre gradualmente, pela Graça.
Caminhos de Luz abriram-se ante teus olhos; contudo, escolheste vias obscuras, cuja penumbra podia encobrir teus erros. Muitos avisos te foram dados. Uma cruz foi carregada para ti; porém, não entendeste que a vida material devia unir-se à espiritual.
De alto a baixo o Plano Divino se realiza e cumpre seus desígnios. Perguntas sobre a presença de forças obscuras na Terra. Podemos dizer-te que são a escória que flutua no metal em ponto de fundição e se torna parte dele quando está sólido, em seu estado natural. Mas sob o Fogo do Espírito o metal reencontra a pureza de origem, sua verdadeira face.
Os fracos permanecem no ponto alcançado, quando não retrocedem os fortes percorrem a senda do Espírito.
- e como posso deixar para trás tanta gente, caída em vales escuros?
- entrega, também esses, à Luz que te ilumina, mas não te detenhas. Tampouco voltes para ampará-los, pois somente da Luz a Luz pode fazer-se.
Viaja também durante a noite, pois, se reconheceste a urgência da tarefa.
Quando mãos se separam, ficam disponíveis para acolher.
(Trechos do livro “Não Estamos Sós”, Trigueirinho, ed. Pensamento)
- busco, irmão, encontrar Aquele que me poderá guiar por essas trilhas da Luz, trilhas que conduzem à entrega ao Supremo.
- e por que dás tantas voltas por lugares inóspitos?
- estou perdido entre muitas direções. Olho em torno e não vejo sinal algum, mas apenas discórdia, luta e morte. Andei lado a lado com a dúvida, dormi no leito do temos, cheguei a esquecer o que buscava. Sofri. Lembrei-me então novamente da busca, e voltei a caminhar. Todavia, não sei por onde vou.
- pois, digo-te, a sinceridade é o maior dos bens que agora trazes no alforje. Mas não busques alhures o que se encontra em teu interior. Aquieta-te, filho da Terra, aquieta-te e perscruta teu íntimo. Silencia teu querer, oferta-o ao Supremo. Silencia... e , aos poucos, começarás a ouvir a nascente que brota do teu coração. Persiste em tua oferta, e dessa fonte jorrará a Água da Vida para lavar o mundo terrenal, e a Luz da Sabedoria para conduzir teus irmãos. Permanece entregue, e conhecerás teu Mestre – mas somente quando não mais existir quem está a se entregar. Ama. Ama com ardor e pureza. O que tudo criou, pois é no amor ao Infinito que se romperão os véus que te separam da Eternidade.
Não alimentes o que deve morrer; não semeies o que não deve nascer.
- por quantas encruzilhadas passaste?
- por cinco vezes* tive de deter-me até descobrir aonde ir. Ao longo do percurso recebi muitos convites e dadivosas promessas para ingressar em vias secundárias. Entretanto, não os aceitei, pois conheci no passado o gosto amargo do desvio. Aprendi, irmão, que, para seguir o Caminho deveria ter humildade e fé, deveria entregar-me ao Supremo. Também aprendi, com o sofrimento e com a dor, que, sem sinceridade e perseverança não poderia empreender tão ousada jornada.
Caminho semelhante não há: estreito que é, por pouco que me distraia, posso extraviar-me; retilíneo, oculta no horizonte seu princípio e seu fim. A cada passo traz um novo aprendizado, uma tarefa e uma prova. Meus dias tenho vivido a trilhá-lo, e por eles dou graças ao Supremo.
* Nota de rodapé: as cinco grandes provas a serem superadas no estágio indicado são: a soberba, a lassidão, a mentira, o furto sutil (ou o uso incorreto da energia) e a covardia.
CAPÍT. 14
Que sinais te traz a Estrela da Manhã? Aprende peregrino, seu idioma, pois ela te revelará as chaves do Encontro Maior.
A vida celestial aguarda os convidados para esse encontro. Não te preocupes com teus trajes, pois uma sublime veste, tecida com fios de pura luz e devoção está preparada para ti. Tampouco retardes teus passos sob nenhum pretexto, pois deles dependem muitos de teus irmãos.
Escuta-me, tu que recomeças. Se usares uma pequena lanterna para iluminar um quarto escuro, por melhor que a focalizes jamais verás o que se encontra além do quarto. Semelhante a essa lanterna é a consciência humana sem o ensinamento provindo da Fonte de Vida.
Sem que o ser se abra à Vida, não há real serviço. Ele deve ser capaz de manter o corpo físico, o emocional e o mental em sintonia com esferas elevadas, e isso ocorre gradualmente, pela Graça.
Caminhos de Luz abriram-se ante teus olhos; contudo, escolheste vias obscuras, cuja penumbra podia encobrir teus erros. Muitos avisos te foram dados. Uma cruz foi carregada para ti; porém, não entendeste que a vida material devia unir-se à espiritual.
De alto a baixo o Plano Divino se realiza e cumpre seus desígnios. Perguntas sobre a presença de forças obscuras na Terra. Podemos dizer-te que são a escória que flutua no metal em ponto de fundição e se torna parte dele quando está sólido, em seu estado natural. Mas sob o Fogo do Espírito o metal reencontra a pureza de origem, sua verdadeira face.
Os fracos permanecem no ponto alcançado, quando não retrocedem os fortes percorrem a senda do Espírito.
- e como posso deixar para trás tanta gente, caída em vales escuros?
- entrega, também esses, à Luz que te ilumina, mas não te detenhas. Tampouco voltes para ampará-los, pois somente da Luz a Luz pode fazer-se.
Viaja também durante a noite, pois, se reconheceste a urgência da tarefa.
Quando mãos se separam, ficam disponíveis para acolher.
(Trechos do livro “Não Estamos Sós”, Trigueirinho, ed. Pensamento)
quinta-feira, 24 de julho de 2008
convite para todos
Este é um CONVITE para nós todos. Espero que você leia até o fim antes de se decidir.
Nós nos preocupamos com a situação pra lá de difícil que muitas pessoas e a natureza enfrentam hoje, e até ficamos entristecidos com isso, não é?
Mas, para aquele que têm alguma necessidade, não importa o que você sente ou o que você pensa. Importa o que você FAZ para melhorar a vida deles.
Sozinho ninguém pode fazer nada para melhorar o mundo... Este é um convite para nos unirmos com a finalidade de fazer algo bom para as pessoas e para nosso planeta, formando um grupo que discuta como fazer isso. Reunidos numa ONG.
Isso não vai custar a você nem dinheiro, nem vendas, nada disso... só um pouco de dedicação e boa vontade. Mesmo que moremos longe um do outro, podemos trocar idéias via internet ou telefone.
O QUE É UMA ONG: Pessoas de boa vontade que se reúnem com idéias e providencias para melhorar os problemas de outras pessoas ou do meio ambiente. As Organizações Não Governamentais (as chamadas ONG´s) podem e devem ter atividade que lhes dê lucro. Só que esse lucro é para ser aplicado na finalidade da ONG, não pode ser dividido pelas pessoas que a dirigem. Esse lucro é para que a ONG se auto-sustente.
COMO A ONG É FORMADA: a Diretoria de uma ONG é formada por 10 pessoas, eleitas por uma Assembléia, onde todos os que fazem parte da ONG votam para eleger a Diretoria e para outras decisões, como elaboração do estatuto, por exemplo.
SUPORTE FINANCEIRO: O dinheiro necessário para manter a finalidade da ONG pode vir de atividade lucrativa da própria ONG, incentivo governamental e/ou doações.
Nada impede que a ONG tenha empregados registrados, só as pessoas que compõem a Diretoria é que não podem ser remuneradas, ou seja, quem fizer parte da Diretoria da ONG faz trabalho voluntário. Assim, se você pretende ter alguma atividade remunerada, não participe da Diretoria.
ASPECTOS LEGAIS: Há leis que regulamentam a formação e atuação das ONG´s, e, entre os requisitos necessários, a ONG precisa se enquadrar em alguma(s) das finalidades que estão listadas no final deste texto.
CONVITE: quando nos reunirmos (física ou virtualmente), para trocarmos idéias para fundarmos nossa ONG, você será convidado a responder às seguintes perguntas:
1) qual será a(s) finalidade(s) da ONG? (escolha na lista abaixo)
2) você tem sugestão de nome para a ONG?
3) O estatuto deve seguir um padrão ou deve conter algo específico? O quê, por exemplo?
4) Ao final da reunião, você deve ser posicionar: quer fazer parte da ONG? Como membro ou na Diretoria?
5) Vamos nos reunir fisicamente em Atibaia e pelo MSN, em conferência, procure-me eloisagusmao@hotmail.com ou, se preferir, mande-me e-mail ou ligue 11-87372854.
TODA IDÉIA É BEM-VINDA!!!
(Quer saber o que vou sugerir na reunião? Que seja uma ONG cultural, pois permite que se trabalhe em vários campos, podemos ajudar as pessoas ensinando-as a trabalhar, por exemplo... )
FINALIDADES RECONHECIDAS PELA LEGISLAÇÃO COMO PASSÍVEIS PARA SE PLEITEAR A QUALIFICAÇÃO QUE QUEREMOS:
- PROMOÇÃO DE ASSISTENCIA SOCIAL
- PROMOÇÃO DA CULTURA, DEFESA E CONSERVAÇÃO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO E ARTÍSTICO
- PROMOÇÃO GRATUITA DA EDUCAÇÃO, OBSERVANDO-SE A FORMA COMPLEMENTAR DE PARTICIPAÇÃO DAS ORGANIZAÇÕES.
- PROMOÇÃO GRATUITA DA SAUDE, OBERVANDO-SE A FORMA COMPLEMENTAR DE PARTICIPAÇÃO DAS ORGANIZAÇÕES;
- PROMOÇÃO DA SEGURANÇA ALIMENTAR E NUTRICIONAL.
- DEFESA, PRESERVAÇÃO, CONSERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE E PROMOÇÃO DO DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL
- PROMOÇÃO DO VOLUNTARIADO
- - EXPERIMENTAÇÃO SEM FINS LUCRATIVOS DE NOVOS MODELOS SOCIOPRODUTIVOS E DE SISTEMAS ALTERNATIVOS DE PRODUÇÃO, COMÉRCIO, EMPREGO E CRÉDITO.
- - PROMOÇÃO DE DIREITOS ESTABELECIDOS, CONSTRUÇÃO DE NOVOS DIREITOS E ASSESSORIA JURÍDICA GRATUITA DE INTERESSE SUPLEMENTAR.
- PROMOÇÃO DA ÉTICA, DA PAZ, DA CIDADANIA, DOS DIREITOS HUMANOS, DA DEMOCRACIA E DE OUTROS VALORES UNIVERSAIS.
- ESTUDOS E PESQUISAS, DESENVOLVIMENTO DE TECNOLOGIAS ALTERNATIVAS, PRODUÇÃO E DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÕES E CONHECIMETNOS TÉCNICOS E CIENTÍFICOS QUE DIGAM RESPEITO ÀS ATIVIDADES MENCIONADAS ACIMA.
Esperamos você na reunião.. vou avisar aqui mesmo, local, data e hora. Obrigada.
terça-feira, 3 de junho de 2008
quinta-feira, 29 de maio de 2008
Reforma Ortográfica 2008
Reforma ortográfica 2008
Maira Soabres/Folha Imagem
Com data marcada para entrar em vigor em 2008, a reforma ortográfica pretende fazer com que pouco mais de 210 milhões de pessoas em oito países que falam o português tenham a escrita unificada, conservando as variadas pronúncias. A proposta foi apresentada em 1990, mas era necessário que pelo três países ratificassem os termos da proposta, o que ocorreu somente em 2006. O Congresso brasileiro aprovou as mudanças em 1995. Saiba o que vai mudar no nosso idioma:
1. Quais as diferenças básicas da ortografia usada no Brasil e em Portugal?
2. Quantos e quais países falam português?
3. A unificação pode trazer benefícios para a economia dos países que falam português?
4. Por que é preciso padronizar o português?
5. O que é necessário para que ocorram mudanças na língua portuguesa?
6. Quais foram as reformas na língua portuguesa anteriormente?
7. O que elas mudaram de essencial na ortografia?
8. O acordo para unificação foi proposto em 1990. Por que só foi aprovado agora?
9. As mudanças serão apenas gráficas ou vão alterar a pronúncia?
10. Quais as mudanças na utilização do hífen?
11. Como fica a regra de acentuação?
1. Quais as diferenças básicas da ortografia usada no Brasil e em Portugal?
Existem duas ortografias oficiais da língua portuguesa: a do Brasil e de Portugal. A norma portuguesa é a que serve de referência para o ensino de português em outros países. O vocabulário português contém palavras escritas com consoantes mudas, como Egipto e objecto. Em outras, como indemnizar e facto, as consoantes "a mais" são pronunciadas. Além disso, nas sílabas tônicas seguidas de m e n, o som é aberto. Por exemplo, a palavra econômico (escrita brasileira) é escrita e lida económico em Portugal.
2. Quantos e quais países falam português?
A Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) é composta por oito países: Brasil, Portugal, Angola, Moçambique, Cabo Verde, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe e Timor Leste.
3. A unificação pode trazer benefícios para a economia dos países que falam português?
Uma vez unificado, o português auxiliará a inserção dos países que falam a língua na comunidade das nações desenvolvidas, pois algumas publicações deixam de circular internacionalmente porque dependem de "versão". Um dos principais problemas que as novas regras vão acarretar, no entanto, será o custo da reimpressão de livros.
4. Por que é preciso padronizar o português?
O português, segundo estudos, é a quinta língua mais falada no mundo – cerca de 210 milhões de pessoas – e tem duas grafias oficiais, o que dificulta o estabelecimento da língua como um dos idiomas oficiais da Organização das Nações Unidas (ONU) . A ortografia-padrão facilitará o intercâmbio cultural entre os países que falam português. Livros, inclusive os científicos, e materiais didáticos poderão circular livremente entre os países, sem necessidade de revisão, como já acontece em países que falam espanhol. Além disso, haverá padronização do ensino de português ao redor do mundo.
5. O que é necessário para que ocorram mudanças na língua portuguesa?
É preciso que o projeto com as novas regras seja aprovado pelos oitos países da CPLP e que pelo menos três deles ratifiquem as mudanças em seu território. Assim que as novas regras forem incorporadas ao idioma, inicia-se o período de transição, no qual os materiais didáticos serão adequados às mudanças.
6. Quais foram as reformas na língua portuguesa anteriormente?
Já foram feitos três acordos oficiais, aprovados pelos países falantes: o de 1943, o de 1971 e o que vai vigorar a partir de 2008.
7. O que elas mudaram de essencial na ortografia?
A mudança mais importante antes da aprovada em 1990 (e que vai vigorar a partir de 2008) foi a de 1971. Nesse acordo foi estipulada a eliminação do trema nos hiatos átonos, bem como a do acento circunflexo diferencial nas letras "e" e "o" da sílaba tônica das palavras homógrafas, de significados diferentes, mas com a mesma grafia, além da extinção do acento circunflexo e do grave em palavras terminadas com "mente" e "z". Com a reforma, êle passou a ser escrito ele, sómente, somente e bebêzinho, bebezinho.
8. O acordo para unificação foi proposto em 1990. Por que só foi aprovado agora?
A principal causa da demora é a relutância de alguns países, como Portugal, em ratificar o acordo. Até julho de 2004, era preciso que todos os países membros da CPLP ratificassem as novas normas. Um acordo feito nessa data estabeleceu que bastaria a ratificação por parte de três países. Em 1995, o Brasil efetivou sua ratificação, seguido de Cabo Verde, em fevereiro de 2006, e São Tomé e Príncipe, em dezembro. Portugal ainda precisa adaptar sua legislação às novas regras. Enquanto as mudanças afetarão 0,45% das palavras brasileiras, Portugal sofrerá alterações em 1,6% de seu vocabulário. Os portugueses deixarão, por exemplo, de escrever húmido e escreverão úmido, como os brasileiros.
9. As mudanças serão apenas gráficas ou vão alterar a pronúncia?
As mudanças serão apenas na ortografia, permanecem as pronúncias típicas de cada país.
10. Quais as mudanças na utilização do hífen?
O hífen será mantido nos substantivos compostos (arco-íris, guarda-chuva). Mantém-se nas palavras compostas: norte-americano, ano-luz. O sinal cai em compostos nos quais "se perdeu a noção de composição", como paraquedas e paraquedista. Na prefixação, existe hífen sempre antes de h. Se o prefixo termina por vogal e o elemento seguinte começa por r ou s, duplica-se a consoante. Se o prefixo termina por vogal igual à vogal inicial do segundo elemento, existe hífen. Se as vogais finais e iniciais forem diferentes, não haverá hífen. Hiper, inter e super têm hífen antes de outro elemento iniciado por r. Circum e pan têm hífen antes de elemento iniciado por vogal, m, n e h. Ex e vice mantêm o hífen existente hoje.
11. Como fica a regra de acentuação?
Paroxítonas terminadas com duas letras "o" não mais terão acento circunflexo. Abençôo, vôo, enjôo passarão a ser escritos da seguinte forma: abençoo, voo, enjoo. O circunflexo também será extinto nas terceiras pessoas do plural do presente do indicativo ou do subjuntivo dos verbos crer, dar, ler, ver e seus decorrentes. A grafia correta será creem, deem, leem e veem. O trema desaparece por completo. As palavras linguiça e frequência estarão gramaticalmente corretas. Serão eliminados os acentos agudos nos ditongos abertos "ei" e "oi" de palavras paroxítonas, como jibóia e idéia. Além disso, será eliminado o acento diferencial em pára (verbo) de para (preposição).
O que muda Grafia Acentuação
Brasil • Criada a dupla grafia, em alguns casos, para diferenciação. Ex: amámos, em vez de amamos;
• O alfabeto deixa de ter 23 letras para ter 26, com a incorporação de "k", "w" e "y";
• Mudam-se as normas para uso do hífen. • Eliminação do acento agudo nos ditongos abertos "ei" e "oi" de palavras paroxítonas;
• O acento deixará de ser usado para diferenciar "pára" (verbo) de "para" (preposição);
• Extinção completa do trema;
• Mudanças na utilização do acento circunflexo
Portugal • O "c" e o "p" não deverão mais ser escritos em palavras nas quais não são pronunciados. Ex: acção passará a ser escrito ação, como no Brasil;
• Elimina-se o "h" inicial de algumas palavras, como em "húmido", que passará a ser "úmido". • Serão mantidos o acento agudo no "e" e no "o" tônicos que antecedem "m" ou "n", enquanto o Brasil continua a ser usado o acento circunflexo nessas palavras. Ex: académico (em Portugal) e acadêmico (no Brasil).
retirado de http://veja.abril.com.br/idade/exclusivo/perguntas_respostas/reforma_ortografica/index.shtml
Maira Soabres/Folha Imagem
Com data marcada para entrar em vigor em 2008, a reforma ortográfica pretende fazer com que pouco mais de 210 milhões de pessoas em oito países que falam o português tenham a escrita unificada, conservando as variadas pronúncias. A proposta foi apresentada em 1990, mas era necessário que pelo três países ratificassem os termos da proposta, o que ocorreu somente em 2006. O Congresso brasileiro aprovou as mudanças em 1995. Saiba o que vai mudar no nosso idioma:
1. Quais as diferenças básicas da ortografia usada no Brasil e em Portugal?
2. Quantos e quais países falam português?
3. A unificação pode trazer benefícios para a economia dos países que falam português?
4. Por que é preciso padronizar o português?
5. O que é necessário para que ocorram mudanças na língua portuguesa?
6. Quais foram as reformas na língua portuguesa anteriormente?
7. O que elas mudaram de essencial na ortografia?
8. O acordo para unificação foi proposto em 1990. Por que só foi aprovado agora?
9. As mudanças serão apenas gráficas ou vão alterar a pronúncia?
10. Quais as mudanças na utilização do hífen?
11. Como fica a regra de acentuação?
1. Quais as diferenças básicas da ortografia usada no Brasil e em Portugal?
Existem duas ortografias oficiais da língua portuguesa: a do Brasil e de Portugal. A norma portuguesa é a que serve de referência para o ensino de português em outros países. O vocabulário português contém palavras escritas com consoantes mudas, como Egipto e objecto. Em outras, como indemnizar e facto, as consoantes "a mais" são pronunciadas. Além disso, nas sílabas tônicas seguidas de m e n, o som é aberto. Por exemplo, a palavra econômico (escrita brasileira) é escrita e lida económico em Portugal.
2. Quantos e quais países falam português?
A Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) é composta por oito países: Brasil, Portugal, Angola, Moçambique, Cabo Verde, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe e Timor Leste.
3. A unificação pode trazer benefícios para a economia dos países que falam português?
Uma vez unificado, o português auxiliará a inserção dos países que falam a língua na comunidade das nações desenvolvidas, pois algumas publicações deixam de circular internacionalmente porque dependem de "versão". Um dos principais problemas que as novas regras vão acarretar, no entanto, será o custo da reimpressão de livros.
4. Por que é preciso padronizar o português?
O português, segundo estudos, é a quinta língua mais falada no mundo – cerca de 210 milhões de pessoas – e tem duas grafias oficiais, o que dificulta o estabelecimento da língua como um dos idiomas oficiais da Organização das Nações Unidas (ONU) . A ortografia-padrão facilitará o intercâmbio cultural entre os países que falam português. Livros, inclusive os científicos, e materiais didáticos poderão circular livremente entre os países, sem necessidade de revisão, como já acontece em países que falam espanhol. Além disso, haverá padronização do ensino de português ao redor do mundo.
5. O que é necessário para que ocorram mudanças na língua portuguesa?
É preciso que o projeto com as novas regras seja aprovado pelos oitos países da CPLP e que pelo menos três deles ratifiquem as mudanças em seu território. Assim que as novas regras forem incorporadas ao idioma, inicia-se o período de transição, no qual os materiais didáticos serão adequados às mudanças.
6. Quais foram as reformas na língua portuguesa anteriormente?
Já foram feitos três acordos oficiais, aprovados pelos países falantes: o de 1943, o de 1971 e o que vai vigorar a partir de 2008.
7. O que elas mudaram de essencial na ortografia?
A mudança mais importante antes da aprovada em 1990 (e que vai vigorar a partir de 2008) foi a de 1971. Nesse acordo foi estipulada a eliminação do trema nos hiatos átonos, bem como a do acento circunflexo diferencial nas letras "e" e "o" da sílaba tônica das palavras homógrafas, de significados diferentes, mas com a mesma grafia, além da extinção do acento circunflexo e do grave em palavras terminadas com "mente" e "z". Com a reforma, êle passou a ser escrito ele, sómente, somente e bebêzinho, bebezinho.
8. O acordo para unificação foi proposto em 1990. Por que só foi aprovado agora?
A principal causa da demora é a relutância de alguns países, como Portugal, em ratificar o acordo. Até julho de 2004, era preciso que todos os países membros da CPLP ratificassem as novas normas. Um acordo feito nessa data estabeleceu que bastaria a ratificação por parte de três países. Em 1995, o Brasil efetivou sua ratificação, seguido de Cabo Verde, em fevereiro de 2006, e São Tomé e Príncipe, em dezembro. Portugal ainda precisa adaptar sua legislação às novas regras. Enquanto as mudanças afetarão 0,45% das palavras brasileiras, Portugal sofrerá alterações em 1,6% de seu vocabulário. Os portugueses deixarão, por exemplo, de escrever húmido e escreverão úmido, como os brasileiros.
9. As mudanças serão apenas gráficas ou vão alterar a pronúncia?
As mudanças serão apenas na ortografia, permanecem as pronúncias típicas de cada país.
10. Quais as mudanças na utilização do hífen?
O hífen será mantido nos substantivos compostos (arco-íris, guarda-chuva). Mantém-se nas palavras compostas: norte-americano, ano-luz. O sinal cai em compostos nos quais "se perdeu a noção de composição", como paraquedas e paraquedista. Na prefixação, existe hífen sempre antes de h. Se o prefixo termina por vogal e o elemento seguinte começa por r ou s, duplica-se a consoante. Se o prefixo termina por vogal igual à vogal inicial do segundo elemento, existe hífen. Se as vogais finais e iniciais forem diferentes, não haverá hífen. Hiper, inter e super têm hífen antes de outro elemento iniciado por r. Circum e pan têm hífen antes de elemento iniciado por vogal, m, n e h. Ex e vice mantêm o hífen existente hoje.
11. Como fica a regra de acentuação?
Paroxítonas terminadas com duas letras "o" não mais terão acento circunflexo. Abençôo, vôo, enjôo passarão a ser escritos da seguinte forma: abençoo, voo, enjoo. O circunflexo também será extinto nas terceiras pessoas do plural do presente do indicativo ou do subjuntivo dos verbos crer, dar, ler, ver e seus decorrentes. A grafia correta será creem, deem, leem e veem. O trema desaparece por completo. As palavras linguiça e frequência estarão gramaticalmente corretas. Serão eliminados os acentos agudos nos ditongos abertos "ei" e "oi" de palavras paroxítonas, como jibóia e idéia. Além disso, será eliminado o acento diferencial em pára (verbo) de para (preposição).
O que muda Grafia Acentuação
Brasil • Criada a dupla grafia, em alguns casos, para diferenciação. Ex: amámos, em vez de amamos;
• O alfabeto deixa de ter 23 letras para ter 26, com a incorporação de "k", "w" e "y";
• Mudam-se as normas para uso do hífen. • Eliminação do acento agudo nos ditongos abertos "ei" e "oi" de palavras paroxítonas;
• O acento deixará de ser usado para diferenciar "pára" (verbo) de "para" (preposição);
• Extinção completa do trema;
• Mudanças na utilização do acento circunflexo
Portugal • O "c" e o "p" não deverão mais ser escritos em palavras nas quais não são pronunciados. Ex: acção passará a ser escrito ação, como no Brasil;
• Elimina-se o "h" inicial de algumas palavras, como em "húmido", que passará a ser "úmido". • Serão mantidos o acento agudo no "e" e no "o" tônicos que antecedem "m" ou "n", enquanto o Brasil continua a ser usado o acento circunflexo nessas palavras. Ex: académico (em Portugal) e acadêmico (no Brasil).
retirado de http://veja.abril.com.br/idade/exclusivo/perguntas_respostas/reforma_ortografica/index.shtml
sexta-feira, 25 de abril de 2008
nosso medo mais profundo
NOSSO MEDO MAIS PROFUNDO
Nelson Mandela - 1994
Nosso medo mais profundo não é o de sermos inadequados.
Nosso medo mais profundo é de sermos poderosos além da medida.
É a nossa luz, não nossa escuridão, o que mais nos assusta.Nós nos perguntamos, Quem sou eu para ser brilhante, interessante,
talentoso e fabuloso?
Na realidade, quem é você para não ser?
Você é um filho de Deus.
Fazer papel pequeno não serve ao mundo.
Não tem nada de iluminador em se encolher
de forma que outras pessoas em volta de você não se sintam inseguras.
Nós nascemos para manifestar a glória de Deus que está dentro de nós.
E não está só em alguns de nós, está em todo mundo.
E quando deixamos a nossa própria luz brilhar,
inconscientemente, damos a outras pessoas,
permissão para fazerem o mesmo.
Quando nos libertamos dos nosso medos,
nossa presença automaticamente liberta os outros!
Nelson Mandela - 1994
Nelson Mandela - 1994
Nosso medo mais profundo não é o de sermos inadequados.
Nosso medo mais profundo é de sermos poderosos além da medida.
É a nossa luz, não nossa escuridão, o que mais nos assusta.Nós nos perguntamos, Quem sou eu para ser brilhante, interessante,
talentoso e fabuloso?
Na realidade, quem é você para não ser?
Você é um filho de Deus.
Fazer papel pequeno não serve ao mundo.
Não tem nada de iluminador em se encolher
de forma que outras pessoas em volta de você não se sintam inseguras.
Nós nascemos para manifestar a glória de Deus que está dentro de nós.
E não está só em alguns de nós, está em todo mundo.
E quando deixamos a nossa própria luz brilhar,
inconscientemente, damos a outras pessoas,
permissão para fazerem o mesmo.
Quando nos libertamos dos nosso medos,
nossa presença automaticamente liberta os outros!
Nelson Mandela - 1994
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